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quarta-feira, 12 de maio de 2010

economias #1

Para os que andam perdidos entre notícias da crise, deixo-vos um link para um texto assinado pelo Paul Krugman, Prémio Nobel da Economia, e Robin Wells. O texto até é uma recensão de um livro, mas é também uma das melhores e mais simples análises da actual crise. O texto completo pode ser encontrado aqui. Deixo-vos alguns excertos, ainda assim.

"Ler Reinhart e Rogoff relembra-nos quantas vezes os economistas escolhem o caminho mais fácil - como tendem tanto a concentrar-se em tempos e locais para os quais existem dados facilmente à disposição, o que basicamente significa a história recente dos Estados Unidos e de umas poucas outras nações ricas. No que toca a crises, isso significa que agem como aquele bêbado que procura as suas chaves por baixo do poste de iluminação, não porque as deixou cair lá, mas sim porque aí existe mais luz."

"O caso da Suécia, que sofreu uma profunda crise bancária em 1991, no seguimento de uma grande bolha do mercado imobiliário. O Governo sueco tem sido muito louvado pela resposta que deu à crise: estabilizou os mercados ao garantir as dívidas bancárias e restaurou a fé no sistema ao nacionalizar temporariamente os bancos mais vulneráveis, e depois recapitalizando-os. Mas, apesar destas medidas, o desemprego na Suécia subiu dos 3 por cento até quase aos 10 por cento, só começou a descer a partir de 1995, e a recuperação foi lenta e intermitente durante mais alguns anos."

"O FMI, olhando para um limitado número de experiências (apenas estuda países desenvolvidos a partir de 1960), encontra provas de que aumentar o investimento público face a uma crise financeira diminui a quebra que se segue - mas também encontra (poucas) provas de que tais políticas podem ter efeitos contrários ao desejado, quando os governos têm já um elevado nível de dívida."

"Os actuais acontecimentos estão cada vez mais a divergir dos registos históricos, com o mundo a experimentar uma recuperação que poderá desiludir, mas que é de longe melhor do que a contínua espiral descendente entre 1929 e 1933. A diferença óbvia é política: em vez de copiarem a dura austeridade dos decisores políticos de há três gerações, que cortaram no consumo, num esforço para equilibrar orçamentos e subir as taxas de juro para preservar o padrão-ouro, os líderes de hoje têm-se mostrado receptivos a aumentar défices e injectar fundos na economia. O resultado, argumenta-se, tem sido um desastre muito menor."

"A investigação do FMI sugere que o custo a longo prazo de crises financeiras é menor quando os países respondem com fortes políticas de estímulos, o que significa que com um falhanço aí se arrisca a prejudicar não apenas este ano mas também os que se seguem."

"Agora que as múltiplas bolhas rebentaram, temos obviamente fortes razões para regressar a uma regulação muito mais estrita. Mas não é de todo claro que isso vá realmente acontecer. Para começar, a ideologia utilizada para justificar o desmantelamento da regulação tem provado ser espantosamente resistente. É agora uma declaração de fé da direita, impermeável a provas em contrário, que a crise não foi causada por excessos do sector privado, mas sim por políticos liberais que forçaram bancos a conceder empréstimos a pobres que não os mereciam."


escrito por by joão martinho Email post



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